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Segunda-feira, 25 de Junho de 2007

A Vídeo Vigilância na Escola. Será a solução

Na passada sexta feira, dia 22 de Junho foi publicada no Diario Digital, do Sapo a seguinte notícia: "O sistema de videovigilância vai ser generalizado a todas as escolas no próximo ano lectivo, garantiu hoje a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, em entrevista à Antena 1.

Em declarações à rádio, a ministra afirmou que a instalação de câmaras vai permitir, sobretudo, «proteger as escolas do exterior», uma vez que se têm registado «alguns assaltos» a estabelecimentos de ensino, com roubo de equipamento.

«Para criar melhores condições de trabalho para os professores e para as escolas e um clima de maior confiança para os alunos, o que está previsto é a instalação dos sistemas de vigilância. Já era um compromisso para este ano e estamos a cumpri-lo. [O Ministério da Educação] vai criar condições para que todas as escolas possam dispor desse equipamento», afirmou.

A generalização de circuitos de videovigilância nos estabelecimentos de ensino foi anunciada já em Janeiro, na sequência de um encontro entre o Ministério da Educação e o grupo coordenador do Programa Escola Segura.

Nessa reunião, que contou com a presença da ministra e do secretário de Estado da Educação, a tutela analisou igualmente a instalação de sistemas de alarme e a possibilidade de generalizar a utilização de cartões electrónicos dos alunos nas escolas do ensino básico e secundário.

Segundo um relatório da PSP divulgado no final de 2006, a criminalidade nas escolas portuguesas aumentou 15 por cento no passado ano lectivo, tendo sido efectuadas 46 detenções pelos efectivos do Programa Escola Segura, principalmente por roubo, tráfico de droga, agressões e furtos.

Em Novembro, o Governo anunciou uma reestruturação deste programa, criando uma equipa de missão que, até 2009, vai avaliar a situação de violência nos estabelecimentos de ensino e propor novas políticas de segurança."

 

 

No momento em que li esta notícia apeteceu-me logo escrever um comentário sobre ela, mas tive dificuldade. Passei o fim de semana a pensar nisto, hoje fui ver alguns comentários à notícia (dos quais discordo)  e só agora decidi escrever. Talvez a vídeo vigilância ajude na identificação de alguns problemas, mas a meu ver, não será a solução, porque esta ultrapassa toda as barreiras físicas. Os delinquentes que assaltam a Escola são parte de uma Sociedade que foi f(de)formada pela própria Escola,  de onde talvez a Família se tenha demitido de uma parceria de formação. Só quando este triângulo (Escola, Sociedada, Família) funcionar na prática, sem demagogias, a violência diminuirá e as câmaras de vigilância poderão ajudar. Como se faz? Acho que também não sei... Talvez passe pelo regresso da autoridade, sem autoritarismo, às escolas, talvez por famílias presentes, talvez pelo fim da escola de massas: igual para tantos diferentes, se calhar é preciso apostar nas reais capacidades e objectivos de cada um ...


publicado por acm às 00:04

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Domingo, 24 de Junho de 2007

A sempre difícil tarefa de avaliar...

 Avaliar os outros implica valores como justiça, consciência, clareza, imparcialidade, objectividade, conhecimento... por isso, é difícil avaliar os trabalhos de outrém, e até os nossos. No entanto, avaliar as  WebQuests elaboradas pelos supercolegas foi uma tarefa facilitada por ter sido desenvolvida em conjunto (com o supercolega Domingos) e por ser apoiada num instrumento de avaliação das WebQuest, que nos alertou para os aspectos de maior relevância a ter em conta neste tipo de recurso, o que permitiu, ainda, fazer a auto - avaliação da nossa própria WebQuest. Nesta fomos, desde logo encontrando aspectos que já alterariamos ... 

Em conclusão, considero que todos atingimos o objectivo a que nos propusemos uma vez que alguns de nós foi a primeira vez que contactamos com este recurso, e os trabalhos elaborados estão dentro do nível "Bom".

sinto-me:

publicado por acm às 23:57

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Domingo, 10 de Junho de 2007

As WQ e as Ciências

De acordo com as Competências Gerais (DEB, 2001) e com o Decreto – Lei nº6/2001 de 18 de Janeiro, que estabelece os Princípios Orientadores da Reorganização Curricular do Ensino Básico, é fundamental o recurso a Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), de forma a favorecer o desenvolvimento de competências numa perspectiva de formação ao longo da vida. Como afirma D’Eça (1998), “temos que conciliar o ensino com os novos rumos da vida moderna, com os meios informáticos, com as novas tecnologias de informação e comunicação, com o recurso às redes” (p.17).

Uma actividade interessante para utilização da Internet nas aulas de ciências é a WebQuest. Este conceito foi apresentado, em 1995, por Bernie Dodge e Tom March e trata-se de uma estratégia de aprendizagem que assenta numa pesquisa orientada, em que toda, ou a maior parte, da informação com que os alunos interagem provem da Internet. Consiste num meio de aprendizagem e de desenvolvimento de competências, designadamente de autonomia na aprendizagem (D’Eça, 1998) e promove a interdisciplinaridade.

O recurso a WebQuests, para o ensino das ciências, pode considerar-se adequado uma vez que se trata de uma actividade orientada para a resolução de problemas. As metodologias que integram este recurso prevêem a possibilidade da realização de actividades, pelos alunos, de uma forma autónoma, colaborativa, cooperativa e intensa de construção de conhecimentos (Cruz, 2006). A utilização deste recurso leva, ainda, os alunos, à procura, à partilha, à investigação, à negociação, ao confronto de ideias e, de uma forma crítica, à selecção da informação mais relevante. No entanto, uma vez que são fornecidas informações gerais ao resolvedor (Dodge, 1995) evitam-se perdas de tempo, em navegações sem rumo. A WebQuest é uma forma de introduzir as Tecnologias de Informação e Comunicação na sala de aula, nomeadamente a Internet, enquanto auxiliadora da construção de conhecimentos por parte dos alunos, mas de uma forma minimamente estruturada (Silva & Leite, 2003), uma vez que apresenta a tarefa a realizar, descreve o processo a usar na realização da dita tarefa, fornece os recursos a utilizar, descreve o sistema de avaliação a adoptar e conclui, promovendo uma reflexão sobre o trabalho realizado e sobre eventuais novos problemas.

Segundo Silva (2006), as WebQuests apresentam vantagens ao nível do desenvolvimento de competências de resolução de problemas, embora a aprendizagem baseada na resolução de problemas (ABRP) proporcionada pela resolução de uma WebQuest seja de natureza mais fechada do que a ABRP tal como é sugerida por Lambros (2004).

A maioria dos fenómenos geológicos reveste-se de alguma subjectividade, para os alunos, uma vez que não podem ser vistos, assentando a sua explicação em modelos. Por isso, a utilização de WebQuests reveste-se de enorme importância, na leccionação dos conteúdos abordados, por permitir o recurso a sites onde se podem visualizar simulações dos fenómenos, como por exemplo os que se relacionam com a Dinâmica Interna do Planeta, tais como o movimento de placas litosféricas.

Alguns links de WebQuest de Ciências

Estes são apenas 4 dos exemplos disponíveis na Internet, e que podem ser usados pelo professor, para utilização directa ou como modelos para construção de outras, dentro desta temática.

Já não é "desculpa" não dominar os programas necessários à construção das WQ, pois estão à distância de um "minutos de procura"... Será talvez necessário providenciar outro tipo de condições na escola e nas mentes de cada um.

Não sou apologista da massificação de uma metodologia, no entanto considero que actualmente é premente a diversificação das mesmas, desde as que passam pelo "método tradicional", até às que introduzem as novas tecnologias na escola, ou a escola no mundo...


publicado por acm às 23:26

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Hot Potatoes: Esta batata quente eu não passo!

Hot Potatoes é um conjunto de seis ferramentas de autor, desenvolvido pela equipa da University of Victoria CALL Laboratory Research and Development, que possibilitam a elaboração de seis tipos básicos de exercícios interactivos utilizando páginas Web.

Tudo o que é necessário é introduzir os dados (textos, perguntas, respostas, etc.) e o programa encarregar-se-à de gerar as páginas Web. Posteriormente estas podem ser publicadas na Web. Além disso, os programas estão projectados para que quase todos os elementos das páginas possam ser personalizados; assim, se o utilizador dominar HTML ou JavaScript, pode realizar quase todas as modificações que deseje, nos exercícios ou no formato das páginas Web.

(fonte: http://www.cceseb.ipbeja.pt/Hotpotatoes/intro.htm)

Esta ferramenta constitui mais recurso, fornecido pela Novas Tecnologias, ao serviço dos professores, para a construção de materiais diferentes e inovadores para as suas aulas.

Apesar dos exercícios construídos apresentarem um caracter, essencialmente, avaliativo, podem ser utilizados de diferentes formas e em diferentes momentos lectivos.

 A publicitação dos exercícios elaborados, por cada um, permite uma partilha que salta os limites da escola, podendo desta forma cada grupo disciplinar criar um "webfólio" de exercícios, que podem ser aplicados por diferentes docentes em realidades escolares, também, muito distintas.

Os menos experientes poderão encontrar um manual de aplicação do Hot Potatoes no site http://www.aulaintercultural.org/IMG/pdf/gui_E3o_20hotpotatoes.pdf

 


publicado por acm às 22:57

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Sábado, 9 de Junho de 2007

A Internet

Licenciei-me há 10 anos.

No ano de estágio pedagógico (1996/1997) foi-me oferecido, pelo meu pai, o meu primeiro computador. Tal como todos os outros, a utilização que lhe dava era para a construção do material de estágio: planificações, fichas de trabalho, testes ... que ao longo do ano se foram aperfeiçoando. Os computadores eram utilizados pelos professores, essencialmente, para preparação de material para as aulas. Não fugi à regra ...

Entretanto surgiu a "Internetmania", e logo no ano seguinte, fui fazer uma formação sobre como utilizar a Internet. O que me levou a frequentar esta formação foi, essencialmente, a curiosidade, porque achava que não ía conseguir utilizar aquela ferramenta.  Da mesma opinião eram muitos dos colegas que comigo a frequentavam.

Como todos estavamos longe de imaginar como a Internet se tornaria uma "parceira" nas aulas de milhares de professores e de alunos, atirando-nos de dentro da sala de aula para "a aldeia global", talvez virtual, em que vivemos. Segundo, D'Eça (1998) recorrer à Internet significa derrubar as paredes da sala de aula e deixar a comunidade exterior invadir "saudavelmente" aquele espaço até então, perfeitamente, delimitado e limitado.

 

 

 

 

Neste momento vivemos, segundo a minha perspectiva, a Era da Net Aprendizagem, em que podemos guiar os alunos por este fabuloso mundo, desde que estejamos preparados para os alertar à cerca das vantagens e dos riscos, que a mesma comporta.

Actualmente a Internet na Educação pode permitir ao aluno ter um papel central na sua aprendizagem, uma vez que o professor deixa de ser o detentor do saber e o "debitador de matéria" para se tornar um facilitador, um guia, um orientador na construção do conhecimento, a quem o aluno reccore quando necessita (D'Eça, 1998).

Várias são os recursos apresentados pela  WEB, que permitem a utilização da Internet nas aulas, WebQuest, Visitas Virtuais, Forúns, ...


publicado por acm às 19:32

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